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    "La violencia contra las mujeres tiene muchos rostros, muchas formas y muchos efectos. Este homenaje reúne a las mujeres que he retratado aquí y que, cada una con una historia diferente, tienen en común la lucha contra la violencia contra las mujeres. Que esta lucha algún día llegue a su fin. Ese día, todos seremos más grandes y mejores como individuos y como sociedad."

    por el artista visual Gladson Targa

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     


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    Están en la ilustración: Marcia Tiburi, Preta Ferreira, Olga Benário, Barbara Querino (Babiy), Margarida Alves, Patria Mercedes Mirabal, Minerva Argentina Mirabal, Antonia María Teresa Mirabal, Marielle Franco, Fernanda Montenegro, Maria da Penha, Isa Penna, Carmen Ferreira, Dilma Rousseff, Maria do Rosário, Marta Vieira da Silva, Manuela D´Avila, Sabrina Bittencourt al lado de Frida Kahlo.

     

    "A violência contra as mulheres tem muitas faces, muitas formas e muitos efeitos. Essa homenagem traz as mulheres que retratei aqui e que, cada uma com uma história diferente, têm a luta contra a violência contra as mulheres em comum. Que essa luta um dia tenha fim. Nesse dia, seremos todas e todos maiores e melhores como indivíduos e como sociedade." pelo artista Gladson Targa

  • Nota de Pesar por el fallecimiento de la activista Sabrina Bittencourt

    Camara Legislativa de Rio de Janeiro, Brasil

    Febrero 2019, por la Diputada Benedita da Silva en representación del Partido de los Trabajadores de Brasil

    Testimonios de Sabrina Bittencourt (COAME) y Maria do Carmo Santos (Víctimas Unidas) en enero de 2019 acerca de crímenes de la organización criminal de João de Deus ("John of God") incluso tráfico internacional de personas. 09 de enero de 2019

    Acerca de la muerte de Sabrina Bittencourt, por el filósofo y escritor Henry Bugalho (en portugués)

     

    Sobre os abusos sexuais no meio religioso: minha carta póstuma a Sabrina Bittencourt

    por Lucia Helena Issa

     

    Há pouco mais de um ano morria a ativista de direitos humanos e contra os abusos sexuais no meio religioso, Sabrina Bittencourt.

    Sabrina decidira tirar a própria vida naquele dia, depois de incontáveis ameaças de morte, torturas emocionais e perseguições covardes perpetradas por homens do meio evangélico e espírita no Brasil e por seguidores do guru do bolsonarismo em sua forma mais primitiva e violenta, Olavo de Carvalho. A escolha de Sabrina devastaria o coração de todas nós.

    Sim, Sabrina, um ano se passou e você não chegou a ver a primeira condenação de João de Deus por seus crimes sexuais contra quatro das muitas mulheres que ele dilacerou e cujas vidas destruiu. Você não pôde ver, Sabrina, a força de tantas mulheres que, com a sua ajuda, decidiram falar.

     

    Ao reler essa CARTA que escrevi a você, descobri que ainda dói muito saber que você não está conosco, ainda dói ver o Brasil mergulhado no fanatismo religioso, no obscurantismo que agride, na intolerância que incendeia templos afrobrasileiros, no ódio que agride uma refugiada. Mas também há focos de esperança e luz, Sabrina.

    Deixo aqui, como uma mensagem na garrafa, a carta que lhe escrevi naquela manhã de imensa dor.

     

    “Anoitecia no Rio de Janeiro quando comecei a receber as primeiras mensagens relatando o seu desaparecimento, Sabrina, o desaparecimento da ativista pelos direitos das vítimas de abuso sexual, o desaparecimento da amiga, da mulher que ajudou a desmascarar o médium João de Deus e também o “guru” Prem Baba, dois dos muitos líderes religiosos acusados de estupro no Brasil, da menina que foi abusada na infância por Mórmons, por homens da religião de sua família e que deveriam protege-la, a mulher que se fortaleceu e passou a combater e denunciar o abuso sexual no meio religioso, a ativista que vinha fazendo um fantástico trabalho contra o silêncio e a hipocrisia que protegem os abusadores no Brasil.

    Poucos minutos depois de entrar em casa, recebi uma mensagem da amiga Gabriela Cilento Conti Montenegro, pedindo que eu a ajudasse a descobrir, através de amigos meus na Embaixada brasileira no LÍBANO, se você havia ido para o Oriente Médio, já que vinha mudando de país frequentemente devido às ameaças de morte que recebera.

    Mas as informações que eu recebia, Sabrina, eram confusas e me deixavam a cada minuto mais apreensiva.

     

    Alguns amigos afirmavam que você havia entrado de fato no Líbano e, horas depois, seu filho, Gabriel, confirmou que você entrara no Líbano, no Oriente Médio que tantas vezes me acolheu e onde nasceram meus avós.

    Hoje acredito que talvez tivéssemos conseguido salvá-la, Sabrina, se você tivesse se afastado um pouco da atmosfera tóxica das redes, das ameaças de homens medievais que dedicam suas vidas vazias ao ódio à mulher, à misoginia e às fogueiras inquisitórias virtuais em que se transformaram as redes sociais no Brasil.

    Você lutou muito para dar voz às vítimas de um João que jamais foi de Deus, você fez longas travessias emocionais e geográficas, mas continuou conectada com algo sombrio demais, sendo alvo de uma das facções criminosas mais perigosas, sombrias e hipócritas do mundo hoje: a extrema – direita – fundamentalista – pseudo – cristã que chegou ao poder no Brasil.

    A facção que guindou ao poder homens como Jair Bolsonaro e também os seguidores fanáticos de Malafaias, Olavos, João e Macedos.

    Você estava geograficamente distante , mas permanecia acessível ao que há de mais cruel e canalha no Brasil, recebendo ameaças de morte de homens inseguros e pouco viris que celebram a morte de crianças indígenas, de crianças palestinas, de crianças negras no Rio, que sonham com uma arma que lhes faça sentirem mais viris do que realmente são, homens que celebram a morte de mulheres por todo o Brasil e afirmam que o feminicídio não existe, homens que idolatram o estado genocida dirigido por Netanyahu, homens que jamais leram o suficiente para entender que o Israel atual, que nasceu em 1948, não é o Israel bíblico que acabou há mais de 2 mil anos (e a própria Bíblia diz isso), homens que cultuam apenas a morte.

    Homens hidrófobos, lobotomizados, alimentados com rações diárias de misoginia e ódio por anões morais como Paulo Pavesi, Olavo de Carvalho e Silas Malafaia.

     

    Há pouco mais de um ano, Sabrina, eu comecei a, além do meu trabalho como escritora e jornalista, gravar vídeos falando sobre a intolerância religiosa no Brasil, sobre a misoginia no Brasil, sobre o que me surpreendeu no que vi no Oriente Médio, sobre meu trabalho com as mulheres refugiadas e sobre o ódio religioso alimentado por Olavo de Carvalho. Foi quando milhares de seguidores insanos de Olavo, e ele próprio, invadiram de forma covarde esse espaço para me agredir, causando imensa dor à minha família e à minha filha, de apenas 12 anos naquele momento

    Eu decidi lutar.

    Você lutou incansavelmente também, mas ontem, por razões que só você conhece verdadeiramente, decidiu partir.

    Não conseguimos salvá-la.

    Os falsos profetas, que nada têm em comum com a mensagem de Cristo, venceram na sombria noite de ontem.

    Perdoe- me, Sabrina.

    Eu passaria em abril pela Espanha, antes de voltar para a Síria, para o meu trabalho humanitário com as mulheres refugiadas, e nós nos encontraríamos em Barcelona.

    Perdoe- me, Sabrina.

    Chorei hoje por você, pelo Brasil, pelo triste país em que nos transformamos, pelo abraço que não lhe dei em tempo, pelas palavras que não pude lhe dizer em tempo, pelo livro que não pude lhe entregar, pela sua vida, que não consegui salvar.

    A dor me dilacera hoje, mas sei que, de alguma forma, você estará viva em cada uma de nós.

    Você foi semente de trigo e germinará para sempre em cada uma de nós.”

     

    Lucia Helena Issa é jornalista, escritora e embaixadora da paz por uma organização internacional. Foi colaboradora da Folha de S.Paulo em Roma. Autora do livro “Quando amanhece na Sicília”. Pós-graduada em Linguagem, Simbologia e Semiótica pela Universidade de Roma. Atualmente, vive entre o Rio de Janeiro e o Oriente Médio e está terminando um livro sobre mulheres palestinas que lutam pela paz.

    Homenaje por la comunicadora de la comunidad LGBTIQ+ Samanta Mendanha (en portugués)

    Homenaje por la muerte de Sabrina Bittencourt Espectáculo Mãe (Madre) por el actor Roni Diniz

    El #EspetaculoMAE (espectáculo "Madre") utilizando de la dialéctica escénica, levanta la bandera que defiende, así como ha defendido Sabrina Bittencourt, a todas las mujeres, como parcela representante de las diversas minorías y sus fragilidades. Si el espectáculo parte de la figura de la mujer genitora, pero, no se limita solamente a ella, pero en todas las polaridades Yin, a todas las energías femeninas, incluso aquellas existentes también en los hombres. Hombres que libertos de lo que determinó de manera impuesta y de la ceguera cultivada por generaciones va a honrar su sagrado femenino de todas las personas y seres, y este honor reforzará para el extermínio de la cultura de la violación, de la violencia y del machismo. En la palabras de Sabrina: "...todo niño nació puro y fue abusado, corrompido, dañado, castrado, callado, forzado a hacer cosas que no quería, hasta convertirse quizás, cada uno a su manera, en tiranos manipuladores - en mayor o menor grado - que al no controlar los propios impulsos, intentan controlar a quien consideran más frágil y así practican violaciones, pedofilia, adicciones diversas..." (texto acerca del espectáculo "Mãe" de autoría de Roni Diniz)

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    [memorial de algunas áreas de actuación de Sabrina Bittencourt y sus colaboradores en los últimos años]

     

    Acerca de ella en la página de Wikipedia

     

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    Mujeres & Tecnología

    FemTalent.cat, Barcelona

     

     

    Miembro para el Consejo Asesor para la promoción de la igualdad femenina en la ciencia e innovación.

    Xarxa de Parcs Científics i Tecnològics de Catalunya

    Testimonio de Josep Piqué - Barcelona

    Presidente de International Association of Science Parks and Areas of Innovation y TechNova LaSalle

    Abril 2018

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    Emprendimientos

     

     

     

    Premio en Shark Tank (Sony) de la

    Dra. Rocío Gutiérrez - México, 2016

    Co-fundadora de Dilo en Señas

    Testimonio de Dra. Rocío Gutiérrez - Ingeniera en Sistema de Información & Doctora en Educación Inclusiva

    México, 2016

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    UNESCO Cathedra

     

    Reciclar Ciutat (Recycle the City) & Resiliencia Urbana (Urban Resilience)

    2011 - 2017

    Sabrina Bittencourt recibió su Doctorado Honoris Causa en la celebración de los 20 años de la Cátedra de la UNESCO en Barcelona

    En noviembre de 2016, fue celebrado el reconocimiento del EDUCEM - México, junto a activistas sociales, artistas, científicos, investigadores, maestros y la Cónsul General de Brasil en Barcelona, señora Maria Elisa Berenguer.

  • Derechos Humanos

    Programa de apoyo a niñas y mujeres

    Sabrina Bittencourt

    Recibe el Premio Especial de los 10 años de FemTalent - World Wide Women

    Barcelona, marzo 2018

    Canal Resistencia Contemporánea acerca de la muerte de Sabrina Bittencourt y los peligros a los activistas de derechos humanos de Brasil, desde la entrada del gobierno neofascista en 2019, comandado por el Presidente Jair Bolsonaro

    Febrero 2019

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    Agua

    São Paulo, Brasil

     

    Mentoría · noviembre 2017

    El program WILBrasil y la fundación Waterlution son eternamente agradecidos por haber tenido la oportunidad de inspirarse, conectar y aprender con Sabrina Bittencourt, cuando ella ha participado como Mentora en WILBRASIL 2017. Sabrina ha causado un profundo impacto en todos nosotros con su increíble habilidad y compromiso en provocar, motivar y apoyar cambios positivos en el mundo. Su ejemplo, su presencia y pasión continuarán con nosotros.

    Mentoría al emprendedor francés Gaspard Durieux, de NuSens

    (Sensor de bajo coste para la medición de la calidad del agua)

    Entrevista para la TV francesa

    Mentoría a jóvenes emprendedores 2017

    de startups de agua en São Paulo, Brasil para la Fundación Waterlution, de Canadá

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    Mentoría · Advisor

    Campañas de Crowdfundig · Seed Capital

     

    en

    Micromentor · Startup Weekend · Socialab

    Lab del Futuro · Camp Posible 2015

    Universidad de Monterrey · UPC/Barcelona · USP/São Paulo

     

    Público Universitário

    Testimonio de Tatiana Petrone

    Directora para Latinoamérica

    de Micro Mentor

    Seed Capital + Mentoría

    ecoplaso México

    Seed Capital + Apoyo de difusión

    México

    Seed Capital - Crowdfunding

    México

     

     

    Seed Capital - Crowdfunding

    Seed Capital + Crowdfunding

    México

    Seed Capital - Crowdfunding

    México

    Mentoría - México 2015

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    Algunas entrevistas

     

     

    derechos humanos · activismo · innovación social · emprendimiento

    Las Consejeras del Consejo Federal, en nombre de la Orden de los Abogados de Brasil, vienen por medio de la presente nota, lamentar profundamente la muerte de la activista social Sabrina Bittencourt, que ha dedicado su vida a la lucha por los Derechos Humanos y en especial, combatiendo a todas las formas de violencia contra las mujeres.

    A pesar de su poco tiempo de vida, Sabrina dejó un legado con su história: una mujer que transformó el dolor de las violaciones sufridas en su infancia en la fuerza necesaria para ayudar otras víctimas.

    Sabrina dedicó su vida a causas humanitárias, y trabajó en la búsqueda por niños desaparecidos en Brasil, en el apoyo a los niños ciegos y sordos de países de Africa, y en la defensa de los indígenas.

    Fue una de las fundadoras del movimiento COAME - Combate al Abuso en el Medio Espiritual, que tiene por objetivo concentrar denuncias de violaciones sexuales cometidas por curas, pastores, gurus y líderes espirituales de manera general.

    Electa por unanimidad en 2007 para un cargo en la dirección de Partners of the Americas, una de las principales organizaciones de voluntarios del mundo, fue una de las pioneras del emprendimiento social que busca permitir al sector social su auto- sustentabilidad.

    En un país en lo cual los derechos humanos son violados a la luz del día y registrados oficialmente una media de 164 violaciones al día, es necesario celebrar la vida y lamentar la muerte de mujeres como Sabrina. Que podamos, como ella, transformar el dolor, ahora de su tan precoz partida, en fuerza para continuar sus luchas, necesarias para que podamos soñar con una sociedad más justa e igualitaria.

     

     

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    La confianza, una apuesta fecunda | Aurélie Salvaire | TEDxCarthage

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